Marta Rocha esteve nas Manhãs da 3 para falar sobre os Brit Awards. A cerimónia voltou a provar porque são uma das noites mais importantes da música britânica, numa cerimónia cheia de atuações memoráveis, prémios surpreendentes e momentos emotivos.
Um dos grandes destaques da noite foi Rosalía, que levou ao palco uma versão arrebatadora de “Berghain” e ainda arrecadou o prémio de Artista Internacional do Ano. A atuação ficou marcada pela presença especial de Björk, que regressou aos Brit Awards 29 anos depois da sua última participação — um verdadeiro momento histórico que deixou o público em êxtase.
Quem também abriu a cerimónia foi Harry Styles, apresentando “Aperture”, tema do novo álbum Kiss All The Time, com lançamento marcado para esta sexta-feira. De visual renovado — menos brilhos, mais fato clássico — e com uma coreografia que surpreendeu os fãs, Harry mostrou uma nova fase artística, acompanhado pela sua banda e por um impressionante corpo de bailarinos.
Mas a grande vencedora da noite foi Olivia Dean. A artista britânica conquistou o prémio de Artista do Ano e ainda levou para casa Álbum do Ano, com The Art of Loving, Canção do Ano (em colaboração com Sam Fender) e o prémio de Pop. Dean subiu também ao palco para interpretar “Man I Need”, consolidando um ano absolutamente brilhante.
Entre os restantes vencedores estiveram Wolf Alice (Grupo do Ano), Lola Young (Revelação), Geese (Grupo Internacional), Dave (Hip Hop/Grime/Rap) e Sault (R&B).
A cerimónia ficou ainda marcada pela homenagem a Mark Ronson, distinguido com o prémio de Contribuição Extraordinária para a Música. No seu discurso, recordou o dia em que conheceu Amy Winehouse — encontro que viria a dar origem ao icónico álbum Back to Black — sublinhando o impacto transformador dessa parceria na sua carreira.
Entre consagrações, revelações e momentos emocionantes, os Brit Awards mostraram uma vez mais a vitalidade e diversidade da música atual.