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Imagem de Canções Internacionais
Melhores do Ano 2025 17 dez, 2025, 14:44

Canções Internacionais

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Melhores do Ano 2025 17 dez, 2025, 14:44

Canções Internacionais

As contas estão feitas, e estas são as 30 canções internacionais de 2025 mais votadas pela equipa da Antena 3. Durante os dias 18, 19, 22 e 23, revelamos as nossas escolhas no que diz respeito a álbuns e a canções, nacionais e internacionais. Acompanha as contagens ao longo da emissão ou em atualização permanente aqui no site.

Nota: Foram contempladas as edições entre 1 de dezembro de 2024 e 28 de novembro de 2025.

Uma esfuziante evocação da era disco numa canção irónica sobre as fragilidades da masculinidade. Baxter Dury com Jay Grey a tomar conta da pista de dança.

Uma mulher talentosa e muito ocupada, deixa bem claro que não perde tempo com amores hesitantes quando pode usá-los para fazer boas canções pop.

Enérgica e contagiante, “Good in Real Life”, evoca os anos 80 e o electroclash dos 2000, mistura com rap e explode na pista de dança.

Amores mal resolvidos, retro soul e funk futurista, tudo numa canção pop dos tempos modernos. Tyler, the Creator pode estar com problemas de comunicação, mas não falhou em nada nesta produção.

Simples, sincera e eficaz. Pop contida e emotiva, uma peça fundamental em  Swag, o surpreendente álbum de regresso do ícone pop canadiano .

Dez anos depois do último álbum, a banda de Brittany Howard regressa confiante e poderosa em formato soul rock, com uma canção sobre a possibilidade de outras vidas.

O misterioso colectivo londrino, combina soul e jazz numa canção sobre redenção espiritual. Uma das partes do álbum  Acts of Faith com a voz de Cleo Sol.

As três irmãs americanas mergulham nas atribulações das relações amorosas e terminam cinco anos de hiato com uma canção pop que se cola ao ouvido.

Pop ou punk? Não é preciso escolher. É uma da canções essenciais de  moisturizer, o segundo álbum das britânicas Rhian Teasdale e Hester Chamber.

Inspirada num ditador real, uma canção pop celebratória com subtexto sócio político. Damon Albarn mantém o comentário social aguçado, com ajuda de um grupo lendário da pop americana.

A artista irlandesa, tem muitas questões existenciais e um sentido de humor apurado que exercita em canções pop. Esta não é bem sobre Jamie Oliver, mas sobre o absurdo de ter ódios de estimação.

Acordes de guitarra, rap introspectivo e coros de soul imaculada. Não é preciso muito para fazer magia quando se reúnem três dos nomes mais venerados do hip hop actual.

O trio irlandês, orgulhoso das suas raízes, coleciona polémicas com o governo britânico - é sobre isso, esta bomba provocadora, alimentada a drum’n’bass.

É tudo sobre as raparigas tomarem conta da situação e aproveitarem o verão unidas, mas funciona em todas as estações do ano. Regresso festivo e motivacional da rapper de Nova Iorque.

Espírito retro boogie numa canção pop sofisticada. Vem no álbum Maravilhosamente Bem, que homenageia e convida Marina Lima, vocalista brasileira dos anos 70 e 80.

Se há colaborações que brilham, esta é uma delas. Guitarras latinas e voz soul, envolvidas num abraço quente e acolhedor. Uma canção elegante e irrepreensível.

Depois de quatro álbuns, a dupla britânica concentrou-se em lançar apenas singles. “Keep Me Satisfied” mostra que a fórmula de Josh Lloyd Watson e Tom Mcfarland continua infalível.

Uma lista de conselhos para a vida em forma de canção de baile. Dá vontade de dançar, mas a sua verdadeira força está no que diz – e todos deveríamos fazer!

Celebra a amizade entre os dois cantores argentinos e os amigos em geral. Não admira que se tenha tornado um hino. Um dos sinais de vigor da música que chega da América Latina.

Entre o caos e a serenidade, a banda de Brooklyn tem várias facetas. Nesta canção suave e melódica do álbum Getting Killed, aproxima-se da pop sob influência blues folk.

O primeiro single de West End Girl, o quinto álbum de Lily Allen, primeiro em sete anos, aborda as escapadelas sexuais do marido através de uma personagem fictícia, mas não poupa na honestidade dos factos. Minimal na produção, “Madeline” é uma canção confessional, que expõe vulnerabilidade e rancor sem vergonha de apontar o dedo.

Lily Allen, que esteve no centro da polémica por causa da relação e separação do actor David Harbour, da série “Stranger Things”, aproveitou o processo que levou ao divórcio para exorcizar dores.

“Where Is My Husband!” é um canção pop com ecos de funk e de big band de jazz, que marca o regresso da britânica Rachel Keen, mais conhecida como Raye.

Fala sobre procurar marido, ou companhia para a vida, mas também sobre a importância de descobrir o amor próprio antes de encontrar outra pessoa. Escrita no rescaldo de uma separação complicada, “Where is My Husband!” é uma canção enérgica e divertida, que estreou no festival de Glastonbury e rapidamente cresceu para hit mundial.

Little Simz tem sido uma das vozes mais importantes da nova música britânica, combinando hip hop, soul, jazz e diversos elementos de música negra urbana, para fazer canções complexas e desafiantes sobre questões pessoais e sociais.

Em “Free”, do álbum “Lotus”, o foco está no amor, nas suas múltiplas manifestações, e como liberta do medo e nos torna maiores e melhores.

“It’s Amazing To Be Young” mantém os ecos de pós punk que fazem a assinatura da banda irlandesa, mas abre o leque a acordes mais suaves e palavras mais doces, celebrando a juventude e as perspectivas de futuro.

Uma canção que aspira a um mundo melhor, escrita depois do guitarrista Carlos O’ Connell ter sido pai. Os Fontaines D.C. também fazem canções bonitas, por isso estão em sétimo lugar da nossa lista de canções preferidas.

David Byrne ocupa o sexto lugar nas nossas escolhas de canções internacionais com “Everybody Laughs”, uma canção feliz sobre aquilo que nos une, riso e não só. É o single que antecedeu o lançamento de Who Is The Sky?, álbum assinado em parceria com a Ghost Train Orchestra, colectivo de músicos de Nova Iorque conhecido por fazer versões de compositores americanos obscuros, como Moondog. St Vincent, habitual colaboradora de David Byrne, também dá uma ajuda.

Na quinta posição temos uma canção sobre o lado bom da vida, assinada por alguém habitualmente mais dado à melancolia: Justin Vernon, mais conhecido por Bon Iver, na esfera pública. “Everything Is Peaceful Love” é uma das peças fundamentais do álbum SABLE, fABLE e tem um videoclipe realizado por John Wilson, o mesmo da série “How To With John Wilson” – cheio de pessoas a sorrir e a ser felizes. E é isso que apetece fazer quando ouvimos a canção.

Permanecemos em território americano, com uma banda de Baltimore que vem da cena hardcore. Na quarta posição está “Never Enough” – também título do quarto álbum dos Turnstile.

Uma canção dinâmica, com riffs de guitarra explosivos ao lado de melodias flutuantes, que mantém a energia pura das raízes punk da banda, mas abre novos caminhos, que, neste caso, incluem trompete, sintetizador e… gaivotas falsas. Pode parecer inesperado, mas soa tudo certo.

O terceiro lugar começa com ritmo de dança com nostalgia do verão do amor de 1988 e da era rave que se seguiu. São os australianos Tame Impala, na verdade, um homem só, Kevin Parker, a reinventar-se com “End of Summer”, o primeiro single lançado desde o álbum Slow Rush, em 2020.

Parker não esteve parado durante estes anos, antes pelo contrário: colaborou com gente como Thundercat, Justice, Gorillaz ou Dua Lipa. Compôs canções para filmes, mudou de editora e, claramente, descobriu novos entusiasmos. Kevin Parker continua a habitar um universo psicadélico, mas agora na pista de dança de um clube.

O segundo lugar tem ritmo de salsa e é uma homenagem à música e cultura de Porto Rico. “BAILE INoLVIDABLE” é uma das canções do álbum DeBÍ TiRAR MáS FOToS, para quem não não se dá com espanhol, disco de 2025 de Bad Bunny.

Ele é uma das maiores estrelas pop da actualidade: actor, figura do wrestling, foi o primeiro músico da américa latina cabeça de cartaz no Coachella, vai actuar no intervalo do próximo Super Bowl, apesar dos protestos de Trump; e é o novo rei do Spotify depois de ter destronado Taylor Swift. Benito Martinez Ocasio, a conquistar corações e a ensinar os passos essenciais para dançar este “BAILE INoLVIDABLE”.

No primeiro lugar das canções internacionais temos música orquestral, voz operática, electrónica e rap sujo. Ou como a catalã Rosalía encontra elegância no caos. Dramático, intenso e surpreendente, “Berghain” provocou explosões quando saiu, no final de Outubro. No início, associou-se o título ao mítico clube de techno em Berlim com a política de porta mais exigente do mundo. Rosalía, no entanto, afirmou que vem da palavra alemã berghain, que significa “bosque na montanha”. Na verdade, a canção nem precisa desse tipo de contexto, embora navegue muito bem, e com óbvios proveitos, toda a ambivalência de significados e estilos.

“Berghain” espanta e seduz de forma grandiosa e inesperada. Rosalía, com Björk, Yves Tumour e a London Symphony Orchestra, assina a canção internacional preferida pela equipa Antena 3 em 2025.

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