Há sonhos que exigem talento. Outros exigem coragem. No caso de Joana Soeiro, foi preciso ambas.
Muito antes de representar Portugal ao mais alto nível e de conquistar títulos nacionais, a internacional portuguesa tomou uma decisão que mudaria para sempre a sua vida: sair de casa ainda muito jovem para perseguir o sonho de jogar basquetebol.
O consagrado jornalista do Record e da Sport TV, Luís Avelãs, é o mais recente convidado de David Reis e Pedro Lourenço no Triplo Duplo. Não acredita na perfeição, defende o exercício da critica e considera que discordar uns dos outros não é faltar ao respeito ou ser sempre do contra.
Como antigo jogador do Algés e Dafundo, do Benfica e do Atlético habituou-se a ganhar quase sempre e demorou tempo a perceber a importância dos clubes, jogadores e treinadores que perdem mais vezes. Reconhece que as modalidades para evoluírem precisam que uns sejam melhores do que os outros.
Luís Avelãs diz que se apaixonou pelo basquetebol no segundo treino, mas na verdade é que jornalismo falou sempre mais alto e nunca quis ser nem jogador nem treinador.
“Esta jogada pode ser bonita, mas a jogada é boa se a bola entrar”
Nesta conversa comparamos, sem filtros, o basquetebol de antigamente com o atual, o espetáculo versus a mecânica das jogadas, o brilhantismo de alguns jogadores, as opções de alguns treinadores, as jogadas que são bonitas mas nem sempre são boas porque “esta jogada pode ser bonita, mas a jogada é boa se a bola entrar”.