Três meses depois de lançar Wonder, o terceiro álbum a solo, Papillon esgotou o Coliseu dos Recreios. Na Imperfeita Repetição, o Alexandre Guimarães quis saber o que se sente nos momentos antes e no que se segue. Uma entrevista antes e depois de o rapper da linha de Sintra atuar numa das mais importantes salas nacionais.
As sete horas que antecedem o concerto – o que se sente, o que se almoça, o que se veste e como se lida com um dia que, na verdade, são muitos.
Uma comunhão de solitários: o que aproxima tanto um artista do seu público. Das letras que espelham uma luta individual para a experiência de partilhar um espaço comum numa multidão.
Arriscar compensa. Depois de um Deepak Looper comercialmente bem sucedido, Papillon surpreendeu com uma verdade dura, mas necessária. Um artista nunca ser previsível, será esse o melhor caminho?
Puzzles e palíndromos. O gosto pelo quebra cabeças que é o ofício da escrita. Sempre prazerosa?