Seun Kuti & The Egypt 80, Arooj Aftab, Sérgio Godinho e Fidju Kitxora no festival MED

Seun Kuti & The Egypt 80, Arooj Aftab, Sérgio Godinho e Fidju Kitxora no festival MED

Seun Kuti & The Egypt 80, Arooj Aftab, Sérgio Godinho e Fidju Kitxora no festival MED

Seun Kuti & The Egypt 80, Arooj Aftab, Sérgio Godinho e Fidju Kitxora no festival MED

A 22.ª edição do Festival MED já começou a revelar o cartaz e promete ser a mais internacional de sempre, com 30 países representados. O evento regressa à zona histórica de Loulé, entre 25 e 28 (dia 28 com entrada gratuita) de junho de 2026, com apoio RTP Antena 3. O festival volta a afirmar-se como um dos principais palcos nacionais dedicados à música do mundo.

Entre os primeiros nomes confirmados estão Goran Bregovic, Seun Kuti & The Egypt 80, Salif Keita, Tiken Jah Fakoly e Sérgio Godinho que se estreia no festival. O anúncio foi feito esta quinta-feira durante a apresentação oficial no stand do Município de Loulé, na Better Tourism Lisbon Travel Market. Marta Rocha esteve lá e conversou com o novo diretor/programador do MED, Paulo Silva.

O alinhamento inicial inclui ainda nomes como Los Van Van, Calle Mambo, Arooj Aftab, Natacha Atlas, Bohemian Betyars e Tangomotán. No eixo da lusofonia e da proximidade musical, estão confirmados os regressos de Bonga, Lura e Expresso Transatlântico, bem como a atuação de Fidju Kitxora.

Numa segunda leva de nomes, o MED confirmou a presença de nomes como Groundation, banda californiana que é a mistura de reggae, funk e dub, passando por ícones como o brasileiro Arnaldo Antunes e o cabo verdiano Mário Lúcio – com a The Pan African Band.

Com 3 décadas de carreira, os polacos Dikanda estão também confirmados, assim como o rock psicadélico, que viaja entre a Alemanha e a Turquia, sob a vertigem dos Lalalar. No mesmo domínio rock, mas com um vínculo total à música árabe e misturado com o jazz, chega o colectivo Sarãb, sediado em França. Do mesmo país viaja Cyrille Brotto (Acordeão) acompanhado por Ablaye Cissoko (Kora, Senegal).

Com sede na Coreia do Sul mas com influências várias vindas do norte de África, dub e afro-beat, o coletivo Omar and the Eastern Power tem espetáculo marcado para Loulé. As influências norte-africanas são o pilar mestre da expressão artística de Lala Tamar, que junta o instrumento guembri com poesia, dança, canto e uma forma feminina ímpar.

Será criada uma nova entrada junto ao Largo de São Francisco, que se junta aos acessos já existentes, melhorando a circulação do público. A organização lança ainda o conceito Cidade MED, com iniciativas espalhadas pela cidade antes do festival, e um novo Ciclo de Conferências MED, dedicado a personalidades do meio artístico e de outras áreas.

Com mais de 50 concertos, centenas de artistas e cinco palcos principais — Matriz, Cerca, Chafariz, Castelo e Hammam — o Festival MED está de volta em junho. Em breve saberemos o cartaz completo, mas os bilhetes ficam já disponíveis a partir de 2 de março, na BOL e no site oficial do festival.