O cartaz da edição de 2026 do Mucho Flow está fechado. O festival regressa a Guimarães de 29 a 31 de outubro, com 15 artistas e projetos confirmados, numa programação que cruza música eletrónica, experimental, folk, rock e novas linguagens da música de dança e com apoio RTP Antena 3.
Aos já anunciados My New Band Believe, Mandy, Indiana, KAVARI, bloodsports, gyrofield, Jana Horn e Liim juntam-se agora oito novos projetos, completando o cartaz da 12.ª edição do festival.
Entre as novas confirmações está Lee Ranaldo & Leah Singer, projeto que junta o músico dos Sonic Youth à artista multidisciplinar Leah Singer, e Lorenzo Senni, que regressa ao Mucho Flow com novo material. O alinhamento inclui ainda os Dumbhead, trio de Melbourne que cruza trip hop, dub, delays e vozes de inspiração operática.
O folk marca também presença com Hannah Frances e Milkweed. Frances regressa ao festival depois de ter falhado a edição de 2025, enquanto Milkweed apresenta uma abordagem descrita pela organização como um proto-folclore de “terra nenhuma”.
Na fronteira entre o techno, o hardcore e o metal surge Microplastics, enquanto upsammy + Valentina Magaletti apresentam uma colaboração centrada na experimentação e na vanguarda. A programação fica completa com Mother Jupiter + Framed Nemesis (live A/V), numa proposta que cruza eletrónica e componente visual.
O cartaz de 2026 fica assim composto por bloodsports, Dumbhead, gyrofield, Hannah Frances, Jana Horn, KAVARI, Lee Ranaldo & Leah Singer, Liim, Lorenzo Senni, Mandy, Indiana, Microplastics, Milkweed, Mother Jupiter + Framed Nemesis, My New Band Believe e upsammy + Valentina Magaletti.
Por razões alheias à organização, a norte-americana Dagmar Zuniga já não atuará nesta edição do Mucho Flow.
O festival decorre entre 29 e 31 de outubro, no Centro Cultural Vila Flor (CCVF), Teatro Jordão, CCAA e Teatro São Mamede, em Guimarães.
O Mucho Flow é organizado pela Revolve e coproduzido pela Oficina e pelo Município de Guimarães. O festival realiza-se anualmente em Guimarães desde 2013 e aposta na descoberta de artistas emergentes, na experimentação e em novas linguagens musicais.